O Dolphin não é uma simples ferramenta de marketing
Nos dias 10 e 11 desse mês (julho) estive no II Encontro Dolphin Brasil (conforme disse num post anterior) que ocorreu no Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

O Dolphin é um software que realiza um diagnóstico e simulação de tratamento dos pacientes que apresentam deformidades dentofaciais. Esse programa utiliza mais de 120 análises lineares e angulares (cefalometria), largamente difundidas na ortodontia e cirurgia bucomaxilofacial. Com ele temos uma ferramenta fantástica na previsibilidade e precisão dos nossos resultados.
Na era pré-Dolphin, nossos casos eram planejados sobre desenhos feitos à mão em cima das radiografias e, portanto, sujeitos a falta de precisão, isso significa que um erro de até 10 % era considerado “aceitável”. Hoje, com radiografias realizadas através de tomografias computadorizadas, temos medidas 100% fidedignas.
Alguns números são interessantes de serem mencionados, nos EUA esse programa é utilizado por 97% dos ortodontistas e 50% dos cirurgiões, evidenciando assim sua qualidade. Já somos 129 usuários no Brasil e 5069 no mundo. O encontro contou com a presença de profissionais de peso das áreas de ortodontia, radiologia e cirurgia bucomaxilofacial, como também o brilhante engenheiro programador do Dolphin, Dr. Paul Goodman, que nos apresentou as novidades como o aprimoramento da ferramenta 3D, a qualificação em andamento do programa no FDA (Food and Droug Administration), o objetivo de integrar as diversas especialidades odontológicas, Webinars (eventos virtuais) e chats para troca de informações entre os usuários em todo o mundo.
Segundo a Folha Online, mais de 10 milhões de brasileiros precisam de cirurgias nos maxilares. Cientes disso, é um orgulho para nós usuários dessa ferramenta aqui no Brasil, saber que podemos contar com a mesma tecnologia de diagnóstico e planejamento disponível nos maiores centros de mundo.
Enviado por Alexandre Jácome às 11h48min